Mais assuntos

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Pastor é preso com menor em motel

Um pastor evangélico foi preso, nesta quinta-feira (25), após ser flagrado em um motel com uma menina de 12 anos. O caso ocorreu na manhã desta sexta-feira (25), em Castanhal, nordeste paraense.

Os policiais receberam uma denúncia anônima e seguiram até o motel, onde encontraram o pastor no quarto com a menina. Segundo os policiais, ele estava sem camisa e deitado na cama.

Ele prestou depoimento e disse que a menor costumava “flertar com ele”. Segundo os policiais da delegacia de Castanhal, a menina disse ter ido por vontade própria ao motel.

Entretanto, para o Código Penal, o ato do preso é qualificado como estupro de vulnerável.

O pastor continua preso na delegacia do município e a garota foi encaminada para exame de corpo de delito.

fonte: diarioonline.com.br

Nota do Editor

O problema maior não é só isso, o problema maior é que quando a gente publica as falcatruas dos protestantes sempre aparece um retardado mental dizendo que estamos atacando a um ungido do Senhor. Interessante que quando é padre que faz esse tipo de coisa eles não fazem a menor questão de deixar que as autoridades resolvam e não se envolver contra um ungido do Senhor.

O protestantismo é intrinsecamente mal, porque a diferença entre um padre pego em flagrante e um pastor, é que o padre sempre fala "mea culpa, mea maxima culpa", ou seja, assume quando erra e abraça a jaca. No entanto, no protestantismo isso não acontece. Mesmo depois de preso tenta falar que não fez nada de mais, ou mente, ou manipula.

Ou os protestantes resgatam a confissão auricular, o exame de consciência, ou eles estão fadados a cada vez mais acharem que não há nada de errado em um barbudo como esse, que provavelmente foi violentado quando criança também sair por aí violentando outras crianças. E quando acontece: shhhhh! quietinho, não mexe com ele que eue é ungido do senhor. Esse deve ter ungido o caralho quando foi traçar a menor, só isso.

E se você não gostou da postagem, vá frequentar ambientes mais adequados para você, como o culto desse pastor lá na cadeia, esse pastor que vai virar mulherzinha da cela.

Sabonete ungido

Mais uma gadget evangélica pentecostal, mais um amuleto, mais uma coisinha comercial.

Gente, será que isso cola mesmo? Será que as pessoas se recusam a entender, a perceber, a ver que esses charlatães estão fazendo comércio com a Palavra de Deus?

Se elas tivessem a capacidade de qualquer coisa, deveria fazer isso de graça, porque de graça receberam essa capacidade e de graça deveriam dar.

Estão comercializando dons, ainda que a gente aceitasse que isso fosse verdade, mas claro que esse sabonete não vai fazer a menor diferença na sua vida. Usar esse sabonete barato e fedido só vai fazer sua pele ficar mais seca e fedida que se usasse qualquer Palmolive, ou Lux comprado no mercado por R$1,99.

Unção da mocréia

Olha só os frutos das tradições humanas, tradições toscas como a sola scriptura.

Não não estou falando contra uma ungida do senhor, a única unção que ela deve ter é lubrificante para prática de relações heterodoxas, uma vez que a bíblia sem magistério pode significar qualquer coisa, ao gosto do cliente.

A moda agora é a Igreja Salão de beleza. Depois de fazer Igreja nosocômio, Igreja spa, Igreja centro de umbanda, agora estão secularizando mais ainda, fazendo dela uma Igreja Salão de Beleza.

Será que durante os cultos vai ter aquela fofoca característica de salão de beleza, vão ficar de bate papo descontraído? Acho que vão falar da unção do furico para práticas sodomitas também. Minha esposa vai no salão de beleza e fala que o papo lá não é cristão.

Então, minha amiga leitora, se você for uma mocréia, feia que dói e achar que a virtude da mulher é a beleza  do corpo que vai virar pó um dia (não tem na bíblia protestante o capítulo que fala da virtude verdadeira da mulher?) e cuja beleza, por mais que tenha, não vai durar até os 45, ou 50 anos, então vá lá e, depois das sete semanas, chegue à conclusão de que cirurgia plástica seria mais barata e mais garantida.

Bispa Ingrid Duque, eu falo que a senhora é uma charlatã e não tenho o menor medo de estar falando cotnra ungida do senhor. A senhora não é ungida, porque mulher não pode ser ungida. Na assembléia a mulher deve ficar em silêncio. Não tem essa parte na sua bíblia também?

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Pastor pede dinheiro a fiéis para seguir na Band

Todo ano é a mesma coisa. A renovação de contrato entre a Band e a Igreja Internacional da Graça, do pastor R.R. Soares, se torna um verdadeiro padecimento de Jó. Ano após ano, a emissora exige cada vez mais dinheiro do pastor, já que ele ocupa uma hora no horário nobre. É a única TV aberta que vende o "crème de la crème brûlée" de seu horário nobre.

A Band ou a igreja nunca divulgaram valores, mas estima-se que o contrato esteja entre R$ 8 milhões e R$ 12 milhões mensais (há quem diga que não passa de R$ 2 milhões, mas isso significaria que a Band está vendendo cada minuto de sua grade por pouco mais de R$ 1000, o que é altamente improvável).

Soares representaria, caso esse número esteja correto, até 15% do faturamento anual da Band (R$ 600 milhões). Como ocorre em todos sempre na época da "penitência de Jó", a TV da família Saad mais uma vez fez exigências para renovar o contrato da igreja em 2014. Por "novas exigências" entenda-se "aumento no cachê" recebido.

Escaldado com anos e anos de ameaças de não renovação caso não aceitasse as, digamos, exigências, este ano o missionário Soares começou cedo uma campanha destinada a reforçar o caixa da igreja e garantir o espaço comprado na Band. A campanha tem sido exibida exaustivamente em seu programa, e na internet, no site da igreja e do missionário, que tem quase 1 milhão de seguidores no Facebook e no Twitter.

A campanha pede que o fiel ajude "a espalhar a boa nova" por todo o mundo. A Igreja de Soares, que é cunhado de Edir Macedo, está hoje em quase 100 países em todo o mundo, seja por meio de rádios ou TVs ou sites (www.ongrace.com).

Ele não cita nominalmente a Band, mas a campanha estourou bem no mês em que o contrato vence (abril).

Em suas pregações diárias, o pastor também sempre abre um espaço para pedir doações a uma conta que a igreja mantém em um banco. Comparativamente, ele pede menos dinheiro que os pastores da Igreja Universal, que nos últimos anos parece que transformaram as doações no assunto principal das pregações.

Doe! Ajude! Colabore! Pague! Os verbos são diferentes, mas o pedido é sempre o mesmo.

Nos últimos dois anos a Igreja Internacional da Graça renovou contrato com a Band praticamente em cima da hora. Os contratos quase sempre têm validade de apenas um ano. Assim a emissora pode exigir aumentos de remessas de seu parceiro anualmente.

Muitos executivos da Band já defenderam a saída de Romildo Soares e sua igreja, ou pelo menos que mudasse de horário. O problema é que o evangélico entra no ar exatamente depois do "Jornal da Band", no momento em que a emissora atinge um de seus picos de ibope em dias úteis (seis pontos, cada ponto vale por 65 mil casas sintonizadas na Grande São Paulo). Quando Soares começa a pregar, esse ibope cai quase que imediatamente para zero (traço).

Por isso, parte dos diretores da Band (especialmente os de núcleo artístico) gostariam que o pastor saísse do horário nobre. O problema maior é que, sem ele, o faturamento da casa cai e a Band prefere faturar e perder ibope a ganhar ibope e não faturar ou faturar bem menos com comerciais que conseguisse vender no horário.

Fonte: http://celebridades.uol.com.br/ooops

Pastor faz congregação comer grama para “estar mais perto de Deus”

Da próxima vez que você que algumas seitas protestantes pregam a burrice coletiva, lembrem-se dessa foto.

A burrice no seu mais elevado grau, chegando a literalmente pastar. Isso mesmo, o pastor Daniel Lesego é líder do Ministério Centro Raboni, em Garankuwa, ao norte de Pretória, África do Sul fez os seus seguidores, em meio a fezes de gato, cachorro, passarinho e outras porcarias, pastarem.

A dúvida que não quer calar: Será que os fiés engoliram só uma vez, ou chegaram a ruminar o capim?

Eu acho que antes do pastor consumir essa ervinha, ele deve ter consumido outro tipo de ervinha, mas não por ingestão e sim tragou a fumacinha.

Paxtô doidããããão, meu!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Vascaíno preso com barra de ferro era músico em igreja, diz jornal

Leone Mendes da Silva, de 23 anos, ficou conhecido no Brasil após ser preso ao se envolver numa confusão entre torcidas no jogo entre Atlético-PR e Vasco pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Era ele quem portava uma barra de ferro com um prego na ponta durante a confusão. Nesta terça-feira, o jornal carioca Extra publicou um perfil revelando outras facetas do torcedor organizado.

Na reportagem, ele é descrito como "descontraído e pacato barbeiro do bairro (Austin, em Nova Iguaçu), ex-saxofonista da banda da igreja evangélica local". Segundo o jornal, Leone é solteiro e arrimo de sua família há cerca três anos, quando terminou o ensino médio e quando sua mãe Cleuza Mendes da Silva, de 48 anos, sofreu um derrame.

Cleuza, aliás, tem papel de destaque no perfil sobre seu filho e ela diz que tentou demovê-lo da ideia de continuar participando da torcida organizada.

"Ele sempre torceu pelo Vasco, mas esse fanatismo aumentou com o tempo. Eu sempre falando: 'Meu filho, larga isso de jogo, de torcida'. Mas nunca pensei que ele faria uma coisa dessas. Eu preciso que ele me explique o que aconteceu lá. Ele é um rapaz bom", declarou a mãe, que ainda não conversou com Leone Mendes da Silva desde a prisão do rapaz.

Nota do editor:

Não se trata aqui de ser protestante e ponto. O cara participava do coral, ele tinha um papel de destaque dentro da comunidade dele.

Agora chega em um jogo de futebol, enquanto os jogadores estão enchendo os bolsos de dinheiro às custas de  torcedores como ele que até economizam para ir ver um jogo desses e ainda por cima bate em um cara inconsciente, daí é demais.

Olhe a foto e tire suas próprias conclusões. O cara está caído, inconsciente, perdeu os tênis dele porque está só de meia e o Leone bate nele com uma barra de ferro com um prego na ponta.

Francamente me dá vontade de chorar quando eu vejo uma cena como essas, um rapaz inconsciente, caído no chão, da forma mais desprotegida possível, totalmente vulnerável, sem proteção e sem poder se proteger sozinho apanhando de uma pessoa estranha e, ainda mais, o estranho é tão covarde que é incapaz de lutar com as próprias mãos e agride com um objeto contundente.

Dá-me vontade de chorar porque eu me vejo aqui também impotente. Vendo essa cena sem poder fazer nada, sem poder ajudar, sem poder afastar essa agressão injusta. A cena que vai ficar é essa: um homem desmaiado e totalmente vulnerável sendo covardemente agredido por um ex-saxofonista da Igreja protestante local.

Mas eu estou prevendo isso faz muito tempo aqui no blog. Essa de teologia da prosperidade, sem falar de pecado, sem falar de "mea culpa, mea maxima culpa" acaba gerando pessoas atrozes, pessoas violentas que perdem a noção do que é pecado, do que é crime, do que é certo e do que é errado.

Coloquei o marcador "fanatismo" nesta postagem, porque esse cara é fanático por futebol. Enquanto eu, católico, estou disposto a lutar e morrer pela Igreja, ele está disposto a matar pelo time do coração. Igreja? Bem. Igreja ele pode mudar o quanto quiser.

Fonte: http://esporte.uol.com.br

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Crime e preconceito: mães e filhos de santo são expulsos de favelas por traficantes evangélicos

A roupa branca no varal era o único indício da religião da filha de santo, que, até 2010, morava no Morro do Amor, no Complexo do Lins. Iniciada no candomblé em 2005, ela logo soube que deveria esconder sua fé: os traficantes da favela, frequentadores de igrejas evangélicas, não toleravam a “macumba”. Terreiros, roupas brancas e adereços que denunciassem a crença já haviam sido proibidos, há pelo menos cinco anos, em todo o morro. Por isso, ela saía da favela rumo a seu terreiro, na Zona Oeste, sempre com roupas comuns. O vestido branco ia na bolsa. Um dia, por descuido, deixou a “roupa de santo” no varal. Na semana seguinte, saía da favela, expulsa pelos bandidos, para não mais voltar.

— Não dava mais para suportar as ameaças. Lá, ser do candomblé é proibido. Não existem mais terreiros e quem pratica a religião, o faz de modo clandestino — conta a filha de santo, que se mudou para a Zona Oeste.

A situação da mulher não é um ponto fora da curva: já há registros na Associação de Proteção dos Amigos e Adeptos do Culto Afro Brasileiro e Espírita de pelo menos 40 pais e mães de santo expulsos de favelas da Zona Norte pelo tráfico. Em alguns locais, como no Lins e na Serrinha, em Madureira, além do fechamento dos terreiros também foi determinada a proibição do uso de colares afro e roupas brancas. De acordo com quatro pais de santo ouvidos pelo EXTRA, que passaram pela situação, o motivo das expulsões é o mesmo: a conversão dos chefes do tráfico a denominações evangélicas.

Atabaques proibidos na Pavuna


A intolerância religiosa não é exclusividade de uma facção criminosa. Distante 13km do Lins e ocupada por um grupo rival, o Parque Colúmbia, na Pavuna, convive com a mesma realidade: a expulsão dos terreiros, acompanhados de perto pelo crescimento de igrejas evangélicas. Desinformada sobre as “regras locais”, uma mãe de santo tentou fundar, ali, seu terreiro. Logo, recebeu a visita do presidente da associação de moradores que a alertou: atabaques e despachos eram proibidos ali.

—Tive que sair fugida, porque tentei permanecer, só com consultas. Eles não gostaram — afirma.

A situação já é do conhecimento de pelo menos um órgão do governo: o Conselho Estadual de Direitos do Negro (Cedine), empossado pelo próprio governador. O presidente do órgão, Roberto dos Santos, admite que já foram encaminhadas denúncias ao Cedine:

— Já temos informações desse tipo. Mas a intolerância armada só pode ser vencida com a chegada do estado a esses locais, com as UPPs.

O deputado estadual Átila Nunes (PSL) fez um pedido formal, na última sexta-feira, para que a Secretaria de Segurança investigue os casos.

— Não se trata de disputa religiosa mas, sim, econômica. Líderes evangélicos não querem perder parte de seus rebanhos para outras religiões, e fazem a cabeça dos bandidos — afirma.

Nas favelas, os ‘guerreiros de Deus’

Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, chefe do tráfico no Morro do Dendê, ostenta, no antebraço direito, a tatuagem com o nome de Jesus Cristo. Pela casa, Bíblias por todos os lados. Já em seus domínios, reina o preconceito: enquanto os muros da favela foram preenchidos por dizeres bíblicos, os dez terreiros que funcionavam no local deixaram de existir.

Guarabu passou a frequentar a Assembleia de Deus Ministério Monte Sinai em 2006 e se converteu. A partir daí, quem andasse de branco pela favela era “convidado a sair”. Os pais de santo que ainda vivem no local não praticam mais a religião.

A situação se repete na Serrinha, ocupada pela mesma facção. No último dia 22, bandidos passaram a madrugada cobrindo imagens de santos nos muros da favela. Sobre a tinta fresca, agora lê-se: “Só Jesus salva”.

O babalaô Ivanir dos Santos, representante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), criada justamente após casos de intolerância contra religiões afro-brasileiras em 2006, afirma que os casos serão discutido pelo grupo, que vai pressionar o governo e o Ministério Público para que a segurança do locais seja garantida e os responsáveis pelo ato sejam punidos. “Essas pessoas são criminosas e devem ser punidas. Cercear a fé é crime”, diz o pai de santo.

Lei mais severa

Desde novembro de 2008, a Polícia Civil considera como crimes inafiançáveis invasões a templos e agressões a religiosos de qualquer credo a Lei Caó. A partir de então, passou a vigorar no sistema das delegacias do estado a Lei 7.716/89, que determina que crimes de intolerância religiosa passem a ser respondidos em Varas Criminais e não mais nos Juizados Especiais. Atualmente, o crime não prescreve e a pena vai de um a três anos de detenção.

Filha de santo, que foi expulsa do Lins: ‘Não suportava mais fingir ser o que não era’.

— Me iniciei no candomblé em 2005. A partir de minha iniciação, comecei a ter problemas com os traficantes do Complexo do Lins. Quando cheguei à favela de cabeça raspada, por conta da iniciação, eles viravam o rosto quando eu passava. Com o tempo, as demonstrações de intolerância aumentaram. Quando saía da favela vestida de branco, para ir ao terreiro que frequento, eles reclamavam. Um dia, um deles veio até a minha casa e disse que eu estava proibida de circular pela favela com aquelas “roupas do demônio”. As ameaças chegaram ao ponto de proibirem que eu pendurasse as roupas brancas no varal. Se eu desrespeitasse, seria expulsa de lá. No fim de 2010, dei um basta nisso. Não suportava mais fingir ser o que eu não era e saí de lá.

Mãe de santo há 30 anos, expulsa da Pavuna: ‘Disseram que quem mandava ali era o ‘Exército de Jesus”.

— Comprei, em 2009, um terreno no Parque Colúmbia, na Pavuna. No local, não havia nada. Mas eu queria fundar um terreiro ali e comecei a construir. No início, só fazia consulta, jogava búzios e recebia pessoas. Não fazia festas nem sessões. Não andava de branco pelas ruas nem tocava atabaque, para não chamar a atenção. Um dia, o presidente da associação de moradores foi até o local e disse que o tráfico havia ordenado que eu parasse com a “macumba”. Ali, quem mandava na época era a facção de Acari. Já era mãe de santo havia 30 anos e não acreditei naquilo. Fui até a boca de fumo tentar argumentar. Dei de cara com vários bandidos com fuzis, que disseram que ali quem mandava era o “Exército de Jesus”. Disse que tinha acabado de comprar o terreno e que não iria incomodar ninguém. Dias depois, cheguei ao terreiro e vi uma placa escrito “Vende-se” na porta — eles tomaram o terreno e o puseram a venda. Não podia fazer nada. Vendi o terreno o mais rapidamente possível por R$ 2 mil e fui arrumar outro lugar.

Rlacionados

2leep.com